Luziânia: Ministério Público orienta para que grevistas retornem para sala de aula


O Promotor de Justiça Julimar Alexandro, do Ministério Público de Justiça, pediu aos poucos professores que insistem em continuar em greve, que considerem a proposta da prefeitura de Luziânia e retornem para a sala de aula, pondo fim à greve. A orientação foi dada em reunião na Câmara de vereadores de Luziânia na quinta-feira (9/11).


Além da orientação para que retornem para a sala de aula, o promotor Julimar também orientou aos grevistas que evitassem continuar com postagens em redes sociais com foco no ataque pessoal a autoridades e outras pessoas que não são favoráveis ao movimento grevista. O pedido se deu devido a alguns poucos grevistas passarem o dia fazendo postagens onde o foco é denegrir a imagem de pessoas, instituições e até mesmo colegas de profissão que não concordam com a manutenção da greve. Para o promotor é importante que todos mantenham a calma, o respeito e a educação, o que, até então, não vinha acontecendo por parte de alguns grevistas, que esperavam que o Ministério Público apoiasse a greve e se surpreenderam com a orientação do promotor. Muitos saíram revoltados, criticando o posicionamento e a maioria se mostrou disposta a retornar para a sala de aula.


Com a decisão do Ministério Público o movimento enfraqueceu e as aulas devem ser retomadas normalmente a partir desta segunda-feira (13/11). A Secretaria de Educação pede aos pais que levem seus filhos para as escolas.


Nas redes sociais, após a reunião, grevistas manifestaram seu desapontamento com o Sintego e sua presidente, Cláudia Albernaz, pelo fracasso da greve e pela suspeita de uso dos grevistas como massa de manobra para favorecimento político pessoal. Vale lembrar que em outubro, deste ano, caiu nas redes sociais a informação de que Cláudia Albernaz doou R$ 24 mil para a campanha de um deputado estadual, o que demonstra que o rendimento financeiro da presidente do Sintego local, recebeu, no mínimo, R$ 200 mil reais no ano anterior o que, pela lógica, não condiz com o salário de um professor em greve por defasagem salarial.

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