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Tesouro Nacional aponta Luziânia com os melhores resultados entre todas cidades da RIDE

 Luziânia apresenta os melhores resultados entre todas as 34 cidades que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno, segundo dados do Tesouro Nacional. Esse fato é mais um ponto positivo para a administração do governo Cristóvão Tormin (PSD) que deixa cada vez mais a oposição desesperada, e que tenta a todo custo, desestabilizar a gestão do prefeito Cristóvão. Sem medir as consequências nefastas para a população e todo município, os desafetos do Prefeito partem para a baixaria e a falta de respeito com a maior autoridade do município.

A aproximação do governador Ronaldo Caiado (DEM), declarada e firmada, com o prefeito Cristóvão Tormin (PSD) na última quinta-feira, dia 22, durante a entrega de obras e benefícios aos moradores de Luziânia, desencadeou tanto “ciúme” em alguns representantes da oposição, que quase estragou a solenidade de entrega do vapt vupt aos moradores do Distrito do Jardim Ingá. O governador constrangido assistiu um resumo de como será a campanha para as eleições de prefeito e vereadores do município.

Bom desempenho do município

Conforme dados do Tesouro Nacional, Luziânia se classifica melhor até que o próprio Distrito Federal, que ainda sequer conseguiu apresentar os dados necessários para a avaliação de Capacidade de Pagamento (Capag) do Tesouro Nacional. Das cidades que prestaram contas, a pior é a cidade de Niquelândia, com nota D, dívida consolidada líquida de 168,95% e gastos com despesas com pessoal de 67,55%.

O Distrito Federal e os municípios Cavalcante, Corumbá de Goiás, Mimoso de Goiás, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, São João d’Aliança, Simolândia e Vila Boa não prestaram todas as contas necessárias e por esse motivo não puderam ser avaliados.

A metodologia do cálculo, dada pela Portaria MF nº 501/2017, é composta por três indicadores: endividamento, poupança corrente e índice de liquidez. Logo, avaliando o grau de solvência, a relação entre receitas e despesas correntes e a situação de caixa, faz-se diagnóstico da saúde fiscal do Estado ou Município. Os conceitos e variáveis utilizadas e os procedimentos a serem adotados na análise da Capag foram definidos na Portaria STN nº 882/2018.

 

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