Entre em contato via e-mail, Whatsapp ou redes sociais:

Circulação dirigida em Brasília, municípios goianos do Entorno do Distrito Federal e Goiânia. As matérias assinadas não representam, necessariamente, o ponto de vista deste jornal, sendo estas de responsabilidade de seus autores.

Matriz (Brasília): Qd. 2, Conjunto G, Casa 25, Candangolândia - CEP 71725-207 / Sucursal (Luziânia): Rua Padre Primo, sala 03, nº 67, Centro


Editora Comunicação e Marketing Ltda - Fone: 61 9 8124-1033 CEP 72800-620

  • whats
  • Facebook - Grey Circle
  • Twitter - Grey Circle
  • G+ - Grey Circle
  • YouTube - Grey Circle
  • Instagram - Grey Circle

Balança comercial registra superávit e indica que Estado está em franco crescimento

 A balança comercial de Goiás registrou superávit de US$ 3.459.269.399 no acumulado de janeiro a dezembro de 2019, segundo o Ministério da Economia. Conforme o levantamento, as exportações goianas apresentaram valor de US$ 7.043.547.265, e as importações somaram US$ 3.584.277.866, no mesmo período.

As exportações de Goiás tiveram participação de 3,14% no total das exportações brasileiras – mesmo nível do registrado em 2018. Mas, enquanto Goiás apontava crescimento no setor, as exportações brasileiras sofreram queda de -6,38%. As importações de Goiás marcaram participação de 2,02% em relação às brasileiras. Com os números compilados da balança comercial em 2019, Goiás se posiciona em 10º lugar no ranking das exportações no país e em 12º lugar no de importações de janeiro a dezembro do ano passado.    

Os produtos mais exportados foram a soja, carne bovina, milho, ferro-liga, minério de cobre, açúcar, couros e algodão. Rio Verde (US$ 1.314.212.796), Jataí (US$ 624.665.625), Mozarlândia (US$ 454.755.817), Barro Alto (US$ 415. 704.793) e Alto Horizonte (US$ 407.271.918) foram os municípios que mais exportaram. A China se mantém como o maior parceiro comercial, seguida de Holanda, Coreia do Sul, Espanha e Japão, que foram os maiores compradores dos produtos exportados por Goiás. 

As importações, por seu turno, mostram uma economia goiana em crescimento, com a compra de produtos indicativos do bom desempenho do setor farmacêutico, do agronegócio, indústria automobilística e área hospitalar. Substâncias para uso farmacêutico, adubos, veículos e máquinas para colheita e plantio, além de artigos ortopédicos e outros são os mais importados. 

Anápolis (indústria farmacêutica), Catalão (montadoras) e Aparecida de Goiânia (fármacos) são os municípios que se sobressaíram em importações, para o fomento das atividades produtivas em alta. A origem das importações são principalmente os Estados Unidos, China e Alemanha.

O Secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Wilder Morais, avalia os números como positivos, considerando as dificuldades enfrentadas pelo País. “Apesar do resultado ruim na pauta de exportações do Brasil, Goiás mostrou que sua indústria está em franco processo de recuperação com importações de qualidade, que trouxeram insumos para os setores de agro, fármaco e automobilístico”, disse o secretário. Wilder avalia que tudo indica que o ano de 2020 será promissor, com números mais robustos na economia de Goiás.

 

Compartilhe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Please reload