Novo decreto do governador Caiado gera muita polêmica e não une prefeitos

O novo decreto de quarentena do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), contendo 14 dias de fechamento por 14 de abertura, publicado no Diário Oficial desta terça-feira, dia 30 de junho, gera muita polêmica e não será cumprido por todos prefeitos goianos. O documento estabelece que as atividades, que não estão listadas como essenciais, devem ser fechadas por `14 dias. Entre elas, determina o fechamento de empresas que atuam na comercialização de bens e serviços durante o novo isolamento.

Os municípios que tem o poder constitucional de deliberar sobre a medida em âmbito local divergem sobre o pedido de adesão do governador. Muitos deles analisam as determinações do decreto, como é o caso de Trindade, Anápolis, Quirinópolis, Itumbiara, entre outros. Já o município de Prienópolis, por exemplo, é contrário, e adiantou que não vai aderir à quarentena intermitente proposta pelo governo de Goiás.

Segundo o decreto podem funcionar farmácias, clínicas de vacinação, laboratórios de análises clínicas e estabelecimentos de saúde, excetuando-se os procedimentos de cirurgias eletivas e reduzindo-se a 50% a oferta de consultas e procedimentos ambulatoriais, não abrangendo, neste caso, os serviços de atenção primária à saúde, os quais devem funcionar em sua capacidade máxima, inclusive com atendimento à demanda espontânea, como cemitérios, postos de combustíveis etc..

As novas determinações do governador mantem fora do revezamento e continuam proibidos, pelo decreto, “todos os eventos públicos e privados de quaisquer natureza, desde que presenciais, inclusive reuniões e o uso de áreas comuns dos condomínios, tais como churrasqueiras, quadras poliesportivas, piscinas, salões de jogos e festas, academias de ginástica, espaços de uso infantil, salas de cinemas e/ou demais equipamentos sociais que ensejem aglomerações e que sejam propícios à disseminação da COVID-19”.

 

 

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