Pesquisas enganosas são arapucas para pegar o eleitor mais desinformado


O eleitor deve ficar atento e com a “pulga atrás da orelha” com as pesquisas de intenções de voto que estão sendo publicadas nas redes sociais de vários municípios brasileiros. Esses levantamentos são na maioria das vezes inconsistentes e não refletem a realidade das pessoas que vivem na localidade. Em Luziânia, por exemplo, é bom lembrar que as falsas pesquisas vem desde a última eleição municipal de 2016 quando naquela época, as vésperas do pleito em Luziânia, o então candidato, Marcelo Melo, era apontado com 43% das intenções de votos e Cristóvão Tormin, com 34%, e no entanto, Cristóvão foi o eleito.

Os eleitores do candidato derrotado já contabilizavam, antecipadamente, a vitória sobre seu principal adversário, e a cúpula da coligação, já planejava a distribuição dos cargos para o “promissor” mandato que não chegou a ser concretizado. Então, é muito perigoso confiar no resultado de tais pesquisas que não tem compromisso nenhum com os moradores do município, e se quer, com a realidade - Eleição se ganha nas urnas na qual o eleitor expressa sua verdadeira vontade política. Portanto, é preciso o eleitor tem muita cautela ao absorver os dados de qualquer pesquisa.

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