Bolsonaro retoma atividades e desmantela "jogo" desleal da esquerda



O presidente Bolsonaro recebeu alta do hospital no domingo, dia 18, e já se manifestou contrário ao fundão eleitoral, aprovado pela Câmara dos Deputados, que aumentou de R$ 2 para R$ 5,6 bilhões: “O Marcelo Ramos botou junto com a LDO e os parlamentares votaram o projeto e isso estava embutido”, atacou o Presidente ao afirmar que “poderia ter botado o fundão em destaque mas preferiu botar no meio de milhares de páginas”.

O presidente, que já está em Brasília, despacha no Palácio do Planalto, e segundo ele, a primeira medida será orientação para descumprir esse aumento absurdo do fundo eleitoral. A esquerda viu nos dias que Bolsonaro se afastou da articulação política, uma janela para botar alguns planos em prática, o desespero foi grande para derrubar o voto impresso e aprovar um orçamento bilionário para eles mesmos, tudo isso feito para parecer diferente.

Conforme Bolsonaro, o deputado Marcelo Ramos embutiu o pacote generoso na LDO e depois acusou os deputados de direita de votarem no escárnio. Tudo isso em apenas quatro dias, imagine se a velha política voltar ao poder, com a ânsia de recuperar o tempo perdido de desmandos nos recursos públicos, o Brasil sem o Jair Bolsonaro pode ruir em poucos meses. Por isso, o Presidente fez duras críticas ao aumento do chamado “fundão” eleitoral.

“Sigo a minha consciência e sigo a economia e a gente vai buscar dar um bom final para isso daí. Afinal de contas, eu já antecipo, R$ 6 bilhões para fundo eleitoral, pelo amor de Deus. R$ 6 bilhões na mão do Tarcísio (Infraestrutura), ele recapearia grande parte da malha rodoviária do Brasil, R$ 6 bilhões na mão do Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), ele concluiria a água para o Nordeste”, destacou Bolsonaro.

12 visualizações0 comentário