Especial - Bolsonaro lidera a maior motociata do mundo



O presidente da República, Jair Bolsonaro, liderou a maior motociata (carreata de motos) do mundo em São Paulo no sábado, dia 12 de junho. Representantes do livro dos recordes (Guinness Book) acompanharam a manifestação dos apoiadores do Presidente com o objetivo de aferir e mensurar a magnitude do movimento denominado “Acelera para Cristo” que reuniu milhares de motocicletas.


Apesar da grande mídia fazer ouvidos de mercador para o evento, noticiando a “despiora da economia” ou a multa imputada ao Presidente pelas autoridades sanitárias de São Paulo por não usar máscara, é consenso entre as vozes lúcidas que analisam política que Bolsonaro possui um expressivo contingente de milhões de apoiadores fiéis dispostos a lutar pela reeleição do seu Capitão. Esse contingente de apoiadores, somado aos milhões de brasileiros que não suportariam ver o PT de Lula retornar ao Palácio do Planalto, torna Bolsonaro um candidato extremamente competitivo, com os pés no segundo turno nas eleições presidenciais.



Jair Bolsonaro é um soldado. Sempre gostou da contenda política e não enjeita uma boa briga. O Capitão se consolidou na política enfrentando a esquerda em seus tempos áureos de poder, seja no período de oito anos em que o Brasil foi comandado por Fernando Henrique Cardoso ou nos treze anos em que o petismo reinou absoluto.

A verdade é que os opositores do Presidente acabam por municiá-lo diariamente com argumentos fortíssimos anti-esquerda, quando sabotam o governo, manipulam números e veiculam notícias parciais ou inverídicas na grande mídia ou quando transformam a CPI da Covid-19 em um espetáculo circense sem qualquer proveito prático para o Brasil. Ao trabalharem contra o País, os esquerdistas adversários de Bolsonaro acabam por demostrar que estão com saudades dos tempos palacianos e que querem voltar ao poder.


Vale rememorar que nos governos de esquerda a corrupção sistêmica e institucionalizada imperou nas estatais brasileiras. Os gestores escolhidos para as estatais e autarquias tinham a missão de financiar projetos eleitorais e os caixas dos partidos da base governista. Vários escândalos vieram à tona nesse período, começando pela compra de votos no Congresso Nacional para garantir a reeleição de FHC, passando pelo nebuloso processo de privatização de empresas estatais até chegar no mensalão e no petrolão. O Ministro do STF Gilmar Mendes chegou a afirmar em entrevista concedida durante o governo da petista Dilma Rousseff, que vivíamos “em um Estado Cleptocrata”, que significa “governo de ladrões”.


Como vivemos em uma democracia, em 2022, a sociedade brasileira terá a oportunidade de decidir o que realmente quer para o nosso amado Brasil.



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