Expectativa frustrada e ingratidão marcam início do governo Diego Sorgatto



O prefeito Diego Sorgatto (DEM), de Luziânia, fecha seus primeiros seis meses de governo com ingratidão e frustração aos “companheiros” que acreditaram no slogan de “união” pregado pelo então candidato. O primeiro golpe foi contra a vice-prefeita, professora Ana Lúcia, que além de ser destituída do cargo de administradora do Distrito do Jardim Ingá também perdeu regalias e privilégios no atual governo. A vice-prefeita, graças à força do voto popular, sobrevive politicamente atendendo seus eleitores em um escritório bancado por ela no Ingá.

Agora foi a vez da advogada Thaís Moraes, que não é mais Procuradora do município, e teve sua saída anunciada dia 02 de julho pelo próprio Diego Sorgatto, embora ele tente amenizar, de que Thaís deixou a Procuradoria de livre e espontânea vontade. Porém, o que se sabe, é que houve pressão pela saída da profissional e que, inclusive, vários aliados do Diego, já vinham pedido sua cabeça.

Desde 2019 a advogada vinha sendo uma espécie de braço direito do prefeito. Iniciou a sua atuação no município como Procuradora da Câmara Municipal, ocasião em que ajudou o grupo de Sorgatto a eleger o Presidente da Câmara Felipe do Mandu (DEM). Depois trabalhou na campanha de Sorgatto, inclusive na prestação de contas dele, da vice prefeita Ana Lúcia (DEM) e de alguns vereadores.



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