Goiás já experimenta os efeitos de uma terceira onda da Covid-19



A superintendente de Vigilância em Saúde do governo de Goiás, Flúvia Amorim, disse a grande imprensa goiana que o Estado já experimenta os efeitos de uma terceira onda da Covid-19. Ela confirmou um cenário de aumento de contaminações, mas com um pico menor do que o registrado em março deste ano. Em menos de 24 horas, segundo Flúvia, Goiás registrou 2.8 mil novos casos de Covid-19, atingindo a marca de 666.127 contaminados.

Flúvia explica que a definição do que é realmente uma "onda de Covid-19" na pandemia ainda é vaga entre especialistas. No entanto, o alto índice de novas contaminações registrado nas últimas semanas já coloca o estado, tecnicamente, numa nova onda pandêmica. "Independente da nomenclatura dada, o que temos nesse momento é um aumento de casos, o que pode ser considerado sim uma terceira onda. É o que a gente chama de pico, mas é um pico menor do que a gente teve em março", disse.

Flúvia declarou ainda que, apesar de alta, a atual taxa de ocupação de UTIs em Goiás - 83% em hospitais públicos e privados; 84% em hospitais estaduais - tem seguido estável nas últimas duas semanas, variando entre 85% e 90%. Porém, a superintendente ressaltou que novas medidas de restrição podem ser adotadas caso o cenário pandêmico se agrave muito. "A gente não descarta nenhuma medida. Dependendo da situação epidemiológica, a gente tem que usar todas as ferramentas possíveis para tentar controlar a transmissão", conclui. (Matéria do Mais Goiás)

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