Secretário quer saber quem são os outros que acobertavam Lázaro Barbosa



O secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou à imprensa que Lázaro Barbosa, durante o período em que fugia do cerco policial, na Região de Cocalzinho de Goiás, contou com uma "rede que o acobertava", e segundo ele, o próximo passo, agora, é descobrir quem são as pessoas envolvidas neste suposto apoio ao criminoso. "Agora, sai o trabalho intensivo e entra o trabalho investigativo. As buscas não terminaram e vamos atrás de outras pessoas envolvidas" disse o secretário.

A Polícia Civil já trabalha com algumas linhas de atuação. Entre elas, de que Lázaro atuava como jagunço ou como segurança de algumas pessoas na região onde foi abatido pelos policiais. Segundo Miranda junto aos pertences de Lázaro foram encontrados mais de R$ 4 mil em dinheiro. Além disso, ele tinha como rotina a troca constante de roupa para confundir os policiais. "O dinheiro encontrado com ele sugere que ele teria a intenção de deixar o estado, talvez até de deixar o País", afirmou.

O secretário de segurança mencionou que Lázaro costumava andar a pé, sem utilizar veículos para se deslocar pelo interior de Goiás. "Não tem indicativo de que ele usava carro, ele andava a pé. Vamos sentar com a equipe para ver quais serão os próximos passos", disse.

Desde o primeiro crime cometido por Lázaro Barbosa de que se tem notícia, em 2007, o homem conhecido como "serial killer do Distrito Federal" já fugiu três vezes da prisão e cometeu ao menos dez crimes. Ele nasceu na cidade baiana de Barra do Mendes, a 530 quilômetros de Salvador. As fugas ocorreram em penitenciárias de Goiás, Bahia e no Distrito Federal. Em sua extensa lista de delitos contém casos de homicídio a triplo homicídio, estupros, tentativa de latrocínio, porte ilegal de arma de fogo, furto e roubos.



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